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Bienvenue à Académie Artistique de Monaco. Imagine-se realizando o maior sonho de sua vida, estudando artes numa das Academias mais conceituadas do planeta. A Academia Artística de Monaco lhe oferece os melhores cursos, com os melhores professores e ainda coloca à sua disposição os materiais mais modernos. Torne-se um músico, um pintor, um dançarino, um escritor ou um ator e deixe seus sentimentos e emoções fluirem através de sua arte. Bienvenue à l'Académie d'Art Monaco.



//REGRAS GERAIS
//GUIA DO PRINCIPIANTE
//A TRAMA
//MATRÍCULAS
//AVATARES



•Estamos em 1985. Dia 8 de Setembro, um Sábado de uma noite estrelada, céu sem nuvens e a lua cheia e iluminada. Hoje é o dia onde os alunos estão ansiosos para irem ao tão esperado Baile de Mascaras, onde estará ocorrendo no magnífico e decorado Salão de Festas. As temperaturas continuam amenas, mas um vento frio dá a sensação de um inverno gélido.



















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 First Seen! J. Owen & S. Killingbeck

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AutorMensagem
Jeremy Owen
Pintura - 3º ano


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Mensagens : 139
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MensagemAssunto: First Seen! J. Owen & S. Killingbeck   Ter Jul 07, 2009 11:30 pm

RP Fechada.
"Quando Jeremy Owen e Suzan Killingbeck se conheceram"

Dia 2 de Setembro de 1984. Uma manhã chuvosa.


Falas da Suzan
Falas do Jerry




_________________




Última edição por Jeremy Owen em Qua Jul 08, 2009 3:23 am, editado 1 vez(es)
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Suzan C. Killingbeck
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MensagemAssunto: Re: First Seen! J. Owen & S. Killingbeck   Qua Jul 08, 2009 3:01 am

>o<>o<
So What ?
Spoiler:
 
Dois de Setembro de Mil Novecentos e Oitenta e Quatro
Manhã chuvosa
Shit!!! I'm Lost!!!




Hoje seria o melhor dia da minha vida! Eu conseguia sentir que tudo estava prestes a mudar. Eu entraria na Academia como aluna e sairia como atriz, não que eu não já fosse, mas enfim. Ontem eu havia chegado, e hoje seria o primeiro dia de aula. O lugar parecia tão grande para mim! Eu era só uma formiga em um jardim.



Abri os meus olhos, empolgada. Eu quase não cabia dentro do meu corpo de tanta excitação. Estava coberta com camadas e mais camadas de lençóis. Eu sou friorenta, e isso é um fato. Meus olhos percorreram com êxtase o teto do meu dormitório e meus lábios se abriram em um sorriso. “Sim, sim... é hoje o dia.” Imaginei comigo mesma. Tantas novidades! Eu me esforçaria ao máximo para ser a melhor da turma. Dramatizar é comigo mesmo!



Minhas mãos empurraram os lençóis, as cobertas e tudo aquilo que me mantinha aquecida e eu senti um ar gélido em meus braços, arrepiando-me toda. Esfreguei minhas mãos nos meus braços, como se estivesse me abraçando. Os pelos dos meus braços se abaixaram, eu já não estava mais arrepiada. Abri um pouco a cortina para ver o tempo lá fora. Chuva? Ótimo! Adoro chuva... Não me pergunte o motivo, por favor, eu ainda não sei dizer.



Sentei-me na cama, de modo que ficasse de frente para a janela. Sorri de lado enquanto me espreguiçava e pensei que era melhor correr. Mas eu não correria, eu seria cuidadosa e clássica. Minha colega de quarto parecia já ter se levantado, ótimo. Assim eu poderia fazer o que fazia em casa, todas as manhãs. Levantei de minha cama e fui até a cabeceira, onde estava pousado um toca-discos. Dei play e percebi a felicidade inundando meu ser quando começou a tocar “Blue Suede Shoes” de Elvis Presley. Se me vissem agora, me chamariam de louca. Comecei a dançar o twister e chacoalhar meu corpo todo. Imagine uma fã lunática dançando no meio do quarto? Pois bem... era eu.



Aumentei o volume até que desse para ouvir do banheiro e me dirigi até o mesmo, ainda dançando. Eu sabia que a próxima música seria “Suspicious Mind”, aí é que eu pirava de vez. Cantava junto, mesmo com minha voz estridente de sinos, e dançava emocionada. Costumo chorar nessa música, na parte lenta, sabe? Ela é tão divertida e contagiante. Só a voz dele me faz chorar emocionada, acho que é isso.



Liguei o chuveiro e me despi, ainda radiante de empolgação. Corri para baixo da água e senti um friozinho na barriga. Ansiedade mais empolgação é igual a uma Suzan pulando e berrando, mas eu só faria isso quando estivesse sozinha. Espere um minuto... Eu estou sozinha! Comecei a gritar e pular dentro do chuveiro feito uma descoordenada. Respirei fundo, me acalmando e dei um último grito, antes do banho acabar. Sentir aquela água em meu corpo foi tão aliviante. Perceber o perfume do sabonete, do shampoo e do condicionador também me acalmou, um pouco.



Saí do banho, secando todos os cantos de meu corpo. A toalha era áspera, fazendo contado com minha pele macia. Deixou marcas vermelhas em meu corpo, mas isso acontece sempre, pois sou muito branca. Meus olhos se arregalaram ao me olhar no espelho. O que era aquilo embaixo de meus olhos? Eu estava com olheiras terrivelmente profundas e nem sabia o motivo. Ah! Sabia sim... Quem mandou eu ficar acordada até as duas da manhã? Minha ansiedade, é claro.



Vesti-me como um foguete. Seria perfeito meu primeiro dia de aula. Hoje eu não tive tempo para escolher minha roupa com calma, mas garanto que estava linda! Uma blusa de mangas compridas roxa de gola alta, com um vestido cinza por cima, um sobretudo xadrez e uma meia-calça marrom, sapato da mesma cor. Desliguei o toca-discos e dei uma última olhada no quarto. Arrumaria a bagunça mais tarde.



Saí apressada e comecei a caminhar. Nunca andei tanto em minha vida. Olha para as placas em francês, depois para os lados e quase nunca tinha gente perto, e quando tinha, a pessoa só falava em francês, o que complica demais minha vida. Então me vi perdida em um espaço verde todo arborizado. Era lindo, mas eu não conseguia sair de lá. Então comecei a olhar para os lados enquanto andava e tenho certeza que minha expressão era de expectativa misturada com alienação.



Pingos de chuva molhavam meu cabelo, mas eu já nem ligava, só queria me encontrar. Estava sim, completamente perdida, na Academia de Artes de Mônaco. Então tombei com alguém. Me virei para a pessoa em questão. Era... muito... bonito. Ok, era lindo! A criatura era perfeita! Corei ao olhar para ele, depois fiz pose de quem sabia o que estava fazendo e me virei. Ah! Mas ele era lindo... Por isso que voltei e sorri meio que ainda vermelha.

- Então... Pode me ajudar? – perguntei para o garoto, com os braços cruzados e as sobrancelhas erguidas. Meus lábios faziam um tipo de biquinho. Minha expressão era totalmente egocêntrica. Não queria mostrar o tanto que eu estava perdida.

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Jeremy Owen
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MensagemAssunto: Re: First Seen! J. Owen & S. Killingbeck   Qua Jul 08, 2009 9:02 pm

Fatal Rain

Eu já tinha passado um ano todo naquela Academia, mas de fato ela ainda
me impressionava. Ainda não tinha feito amigos, apenas colegas. Todos do curso de pintura pareciam ser muito fechados e eu então acabava adotando essa mesma personalidade.

Esse ano eu ainda teria o mesmo colega de quarto que o ano passado, por
sorte, porque eu facilmente me identifiquei com Nathan, embora ele arecesse ser um pouco estranho as vezes.

Por sorte eu abri as cortinas vermelhas do meu dormitório naquela manhã
e me deparei com chuva. Chuva me dá inspiração. Nathan já tinha saído,
por sorte, devia estar correndo atrás de um rabo de saia. Eu teria o
quarto todo livre pra mim.

Tomei uma ducha rápida, escovei os dentes, vesti uma roupa e procurei
pela minha mochila. Onde raios estava a minha mochila. Procurei por
todos os lugares possíveis: embaixo da cama, dentro do armário, no
box... Estava ficando desesperado. O jeito era pegar alguns pincéis
velhos que eu tinha guardado do ano passado, pegar umas folhas de um
caderno antigo, um lápis em vez de um pedaço de carvão e correr, já que
eu tinha gastado todo meu tempo livre procurando pela minha mochila.

Fui direto para os ateliers, mas quando cheguei lá as portas já estavam fechadas e se eu entrasse agora provavelmente levaria um bronca gigantesca da Sra. Johnson, então achei melhor perder a primeira aula.

Andei pela Academia enquanto apressiava a chuva e quando dei por mim estava no Pátio. Encostei na parede, o Pátio era mais perto dos Ateliers do que o meu dormitório, então eu esperaria lá.

Foi quando uma garota, molhada, aparentando estar perdida, trombou em mim. Eu pediria desculpa, mas a sua reação mimada me tirou toda a vontade de pedir perdão, afinal, a pose que ela fez me deixou intrigado. Ela virou-se e foi embora, mas alguma coisa a fez mudar de idéia e vir falar comigo.

- Então... Pode me ajudar?

- Ahn... Não. - Eu disse, fazendo a mesma pose que antes ela havia feito - A Princesa pode se virar sozinha.

Ela me encarou com um olhar fuzilante e com as mãos na cintura, batendo os pés como quem tivesse vontade de pular em meu pescoço.

- Calma, eu te ajudo - Eu disse levantando as mãos - Para onde quer ir, srta...?

Eu esperei ela me dizer seu nome.

_________________




Última edição por Jeremy Owen em Qua Jul 15, 2009 10:34 pm, editado 1 vez(es)
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Suzan C. Killingbeck
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MensagemAssunto: Re: First Seen! J. Owen & S. Killingbeck   Qui Jul 09, 2009 3:06 pm

>o<>o<
No, I am not fine!
Spoiler:
 
Dois de Setembro de Mil Novecentos e Oitenta e Quatro.
Manhã Chuvosa.
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Yes. I am crying.



Narração; Suzan.


O garoto lindo que eu havia trombado disse-me que não ajudaria. E me chamou de Princesa! Óbvio que era um insulto! Somente um surdo para não notar seu tom de desdém quando proferiu as palavras. Coloquei as mãos nas cinturas e franzi o cenho. Minha expressão formada em uma ira perfeita. Fazer meu primeiro inimigo no primeiro dia de aula? É... eu prefiro um amigo.

Então o garoto ergueu as mãos como quem se rende e disse que me ajudaria. Ah! O doce gostinho da vitória passou por meus lábios, formando um sorriso. Minhas sobrancelhas se ergueram, ainda com uma expressão de egocentrismo. Ele parecia perguntar meu nome.

- Srta. Killingbeck. – falei estendendo a mão para ele apertar. – Suzan Killingbeck. – falei desistindo de apertar sua mão e soltando meu braço, de forma que ele pendesse na lateral de meu corpo. – E o senhor? – perguntei andando até debaixo de uma árvore, para não sair tão molhada.

Isso me lembrava quando eu tinha sete anos de idade. O garoto me irritava mais que qualquer outra pessoa. Então um dia eu dei um soco no olho dele. Bem... Posso dizer que ele nunca mais me perturbou.

Cruzei meus braços para o garoto com uma sobrancelha erguida. Eu não sabia exatamente para onde gostaria de ir. Bloco D? Acho que era esse... Meus olhos se reviraram e eu reprimi um bocejo.

- Droga. – eu disse fazendo uma expressão emburrada. Como eu sou pequeninha, digo de altura, eu parecia uma criança chateada. Quem sabe uma menininha que perdeu sua melhor boneca. Voltei meus olhos para o garoto, ainda com a face exprimindo chateação. Eu estava com raiva por me humilhar a tal ponto de pedir ajuda a um estranho que ria de mim!

Ah... Ele não ficaria nenhum pouco satisfeito em saber como eu ajo em relação às pessoas que me tratam dessa forma. O encarei friamente e me sentei na raiz da árvore. Minha bolsa ao meu lado, jogada.

- Eu não sei para onde ir, estou completamente perdida. Era isso que você queria ouvir? – perguntei cruzando os braços mais uma vez e o encarando com raiva e desprazer.

Não sei mais nada. Sei apenas que eu choro quando estou com muita raiva. O que costuma não ajudar em situações como essa. A humilhação me pegou desprevenida. Só o que eu podia fazer agora era esperar. Meus olhos começaram a reprimir as lágrimas que logo sairiam por eles. Droga. Droga. Droga!! Funguei deliberadamente, esperando não ser vista ou ouvida pelo garoto. Por que eu tinha que chorar? Não sou nenhum pouco sensível. Acredito ser o acúmulo de raiva consumindo meu ser. Minhas lágrimas eram muito poucas, mas eram reais. Ódio.

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Jeremy Owen
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MensagemAssunto: Re: First Seen! J. Owen & S. Killingbeck   Qua Jul 15, 2009 11:09 pm

Eu pouco estava me importando pra chuva. Chuva essa que adoro tanto, que me fascina. A garota por outro lado parecia estar incomodada. Garotas e suas manias de quererem que o cabelo sempre esteja perfeito. Fútil, completamente.

- Srta. Killingbeck. – ela disse, estendendo a mão – Suzan Killingbeck.

Eu não encontrei minha mão com a dela, na verdade fiquei encarando-a, com uma sobrancelha erguida. Então ela desistiu.

- E o senhor?

- Jeremy Owen – eu disse sorrindo de canto.

Ela saiu de perto de mim, foi até uma árvore que copa larga que provavelmente diminuiria a chuva que ia diretamente a nós. Eu a segui, eu ainda tinha que ajudá-la, certo? Ela parecia de fato irritada, agora eu não
sabia se era porque a chuva tinha estragado seu penteado ou porque estava com raiva de mim.

Pouco me importava, na verdade. Naquele momento a única coisa em que eu conseguia pensar era Victorine. Os olhos dela tinham a cor das gotas da chuva. Mas não... Eu não estava tendo pensamentos românticos ou coisas do tipo. Eu me lembrava do quão irritante ela conseguia ser... Fútil, mimada e oh... Muito, mas muito vingativa.

Me voltei para Suzan quando ela murmurou algo, nem fiz questão de perguntar o que era. Ela parecia uma criança emburrada, e talvez fosse...

- Eu não sei para onde ir, estou completamente perdida. Era isso que você queria ouvir?

Eu fiz uma cara interrogativa. Não, não era, eu nem estava ligando muito pra isso, mas ela parecia de fato chateada, e por alguma coisa que eu fiz...

Ela tentou em vão esconder as poucas lágrimas que escorregaram por sua face, mas seu rosto já estava o suficientemente seco pra eu saber que aquelas gotas eram novas e não da chuva.

Me senti culpado... Pela primeira vez em toda minha vida. Eu a tinha feito chorar? Toquei o ombro dela fazendo-a virar-se de frente pra mim.

- Hey, hey, não chora, por favor... – Eu disse quase que implorando. – Acho que você quer ir aos dormitórios, certo?

Eu peguei a bolsa dela do chão e com a outra mão agarrei a mão dela e a puxei até o prédio mais próximo. Prédio B. Deus, o que eu estava fazendo? Me importando com alguém? Sério?

Durante o caminho ela não disse uma só palavra, nem queria eu. Bem, o prédio B era onde ficavam os dormitórios.

- Desculpe se fui a causa do seu pranto, moça... – eu pisquei pra ela, logo em seguida beijando sua testa.

Eu sumi detrás da esquina do prédio. Como eu posso ter feito aquilo com uma garota?

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MensagemAssunto: Re: First Seen! J. Owen & S. Killingbeck   Hoje à(s) 9:07 pm

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