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Bienvenue à Académie Artistique de Monaco. Imagine-se realizando o maior sonho de sua vida, estudando artes numa das Academias mais conceituadas do planeta. A Academia Artística de Monaco lhe oferece os melhores cursos, com os melhores professores e ainda coloca à sua disposição os materiais mais modernos. Torne-se um músico, um pintor, um dançarino, um escritor ou um ator e deixe seus sentimentos e emoções fluirem através de sua arte. Bienvenue à l'Académie d'Art Monaco.



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•Estamos em 1985. Dia 8 de Setembro, um Sábado de uma noite estrelada, céu sem nuvens e a lua cheia e iluminada. Hoje é o dia onde os alunos estão ansiosos para irem ao tão esperado Baile de Mascaras, onde estará ocorrendo no magnífico e decorado Salão de Festas. As temperaturas continuam amenas, mas um vento frio dá a sensação de um inverno gélido.



















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 Suzan Carly Killingbeck

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AutorMensagem
Suzan C. Killingbeck
Teatro - 2º ano


Player : Nih
Mensagens : 325
Data de inscrição : 03/07/2009
Idade : 26

MensagemAssunto: Suzan Carly Killingbeck   Sab Jul 04, 2009 2:33 am

OFF
Nome do Player: Nih
Idade: 13
Cidade: Brasília
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ON

Caractère
Nome Completo do Personagem: Suzan Carly Killingbeck
Data de Nascimento: 23 de Agosto de 1966
Nacionalidade: Americana

Photoplayer/Avatar: Leighton Meester

Famille
Nome do Pai: Gerald Patience Killingbeck
Noma da Mãe: Julienne Destiny Morgan Killingbeck
Irmãos: -º-
Outros parentes: -º-

École
Ano na AAM:
Curso: Teatro
Específica: -º-

Qualificaté
Atributos:

• Criatividade ~ 5
• Inteligência ~ 4
• Agilidade ~ 4
• Destreza ~ 2
• Lógica ~ 3

História

Lie?

Mentir de acordo com o dicionário:

Men-tir. Do latim mentiri. Verbo transitivo indireto e Verbo intransitivo. 1. Dizer mentiras, negar o que se saber ser verdade, proferir como verdadeiro o que é falso; Verbo transitivo direto 2. Proferir mentira; Verbo transitivo indireto e Verbo intransitivo 3. Induzir um erro, ser causa de engano; Verbo transitivo direto. 4. Errar; Verbo transitivo indireto. 5. Não cumprir (compromisso, dever, juramento, promessa); Verbo transitivo indireto. 6. Faltar, não corresponder; Verbo intransitivo. 7. Degenerar; Verbo intransitivo. 8. Não se concluir, não se realizar, não ter efeito, não vingar; Verbo intransitivo. 9. Esmorecer, faltar; Verbo intransitivo. 10. Não assentar bem no lugar destinado.

Minha mãe dizia que eu minto... E que eu minto bem, diferente de qualquer outra pessoa.

Eu discordo plena e completamente. Eu não minto. Nunca menti. Eu atuo. É completamente diferente, se ela não conseguia ver. Atuar é incrivelmente prazeroso. Mentir nos dá um sentimento terrível de culpa. Nunca omiti a verdade. Sou uma pessoa honesta e sincera. Mas, se é preciso... eu atuo.

Cinco anos...

- SUZAN! – ouvi uma voz severa chamando meu nome. Era necessária essa aspereza toda? Fui até a cozinha e me deparei com algo que eu realmente não queria confrontar. Descobriram sobre o pote de vidro que eu quebrei.

- O que foi papai? – perguntei como uma criança doce que não sabia o que havia de errado. Ele me olhou com o ódio sucumbindo por minha voz delicada e infantil. Totalmente inocente.

- Sabe quem quebrou o pote da mamãe? – ele me perguntou, com a voz muito mais sensata, eu diria. Papai me sorriu de lado, preocupado e me pegou no colo. – Desculpe filha... eu sei que não foi você. – ele me disse, beijando minha testa.

Sorri e abracei seu pescoço. Por aquele momento, não tinha mesmo sido eu. Oras... Minha personagem do dia não fez nada. Foi a de ontem.

Dez anos...

Quem ela pensa que é?! Como ousa pegar meu lugar na fila do bebedouro? Passou na minha frente, assim, do nada. Cruzei os braços e comecei a bater o pé calçado com um sapatinho de marca, incomodando-a.

- Que é garota? – Haley me perguntou, virando-se para mim com aquela expressão irritante de patricinha. Coloquei as mãozinhas nas cinturas e parei com o pé, encarando-a com um olhar mortal.

- Saia da minha frente... AGORA. – eu disse entre dentes. Ela ergueu uma sobrancelha e virou-se, jogando os cabelos loiros em meu rosto. Revirei os olhos, sentindo-me enrubescer de raiva e ódio. Encenados. – Você vai sair da minha frente... – eu disse com o tom ameaçador e os punhos fechados, pendendo nas laterais do meu corpo. A garota se virou para mim, o rosto lívido de medo. Eu ainda a encarava com o ódio percorrendo minhas veias juntamente com meu sangue.

- T-tá... – ela disse para mim, com medo. Saiu correndo e eu pude beber minha água sem ser incomodada.

Aquela minha personagem era nova. A Jess. Eu faço peças para minha família. Particulares, é claro. E eles sempre me diziam para entrar em aulas de Teatro, que eu poderia me dar bem. Sempre me imaginei como uma atriz famosa. E farei tudo para atingir meus objetivos. Tudo... mesmo. Gosto de usar minhas personagens em lugares públicos. Principalmente com quem não me conhece. É extremamente divertido.

Treze anos...

O namorado perfeito? Não encontrei ainda. Eu sei, eu sei. Mas semana passada conheci Bernard... Ai, ai... Ele é lindo. Perfeitamente grandioso. Seus dotes para teatro são tão bons quanto os meus. Fazemos teatro juntos. Entrei semana passada, quero dizer... Ele já fazia aulas há algum tempo. Tem quinze anos e faremos uma peça juntos, daqui a dois meses. Eu estava nervosa. Hoje é a escalação do elenco.

- Não és nada para mim! Não consegues entender?? Aprende! Lê! – falei com uma voz rude, esnobe, jogando um livro do cenário no rosto de Bernard. – Talvez, assim, eu te dê alguma atenção. Que por acaso, não mereces! – fui bruta demais. Mas era assim que tinha que ser. Meu rosto corou de raiva mais uma vez, quando Bernard segurou meu pulso. Virei-me para ele e estalei minha mão em seu rosto. Não, não de verdade. Tinha uma pessoa batendo palmas no fundo, minha mão nem encostou no rosto de Bernard. Mas, foi tão... real. Ele era bom.

- Pára com este drama todo! – ele me disse massageando a face com a mão livre. Sua voz soava carinhosa, mas ao mesmo tempo dura. – Sabes que me amas. Não tentes negar. – ele me dizia severamente, encarando meus olhos, ainda segurando meu pulso firmemente.

Eu o encarei, tremendo de desejo – como pediam para eu fazer – e lhe mostrei uma garota enfurecida, ainda assim com um rosto brando. Forcei meu pulso para fora de sua mão e deixei lágrimas escorrerem de meus olhos, deixando-os vermelhos. Lágrimas de ódio. Lágrimas de paixão. Sentimentos passavam por mim, enquanto eu tentava me focar na cena. Era exatamente isso que eu pretendia. Sentimentos. Bernard sorriu para mim, amoroso. Aproximou-se com uma cautela incrivelmente real e afagou meu rosto com seus dedos carinhosos. O ódio e a paixão ainda lampejavam em meus olhos e ele me beijou. Seus lábios massageavam os meus, enquanto eu não fazia qualquer movimento de retribuição. Empurrei-o, bati em seu peito, mas ele continuava a me beijar, apertando-me em um abraço que transmitia amor intenso. Intenso demais para minha personagem resistir. Ela se entregou aos seus braços, após lutar bravamente com sua própria vontade. De repente, suas mãos que antes batiam no peito da personagem de Bernard, se entrelaçaram por trás de seu pescoço, caminhando mais tarde para seus cabelos lisos e curtos. Ela o beijava inconscientemente.

- Bravo! Bravo! – dizia o professor, batendo palmas juntamente com outros alunos. Meu beijo com Bernard parou, do mesmo modo que começou, por culpa exclusivamente dele. Sorri corando e senti meu coração disparar. Exagerei? Provável. – Acredito já termos o casal principal. – ele decretou, com um enorme sorriso de satisfação. Senti algo pegando em minha mão e me virei para ver quem seria o atrevido. Novamente usaria Jess? Mas... não era um atrevido! Era Bernard, sorrindo-me de lado e massageando as costas de minha mão com seu polegar. Encarei-o enrubescida e sorri de volta. Faríamos o casal principal, quem sabe não viremos um casal de verdade? Eu sei, eu sei... treze anos é pouco. Todos comentam. Mas minha mãe casou com quinze, então acredito que namorar pode, não é?

15 anos...

NÃO ACREDITO!! Como ele se atreve a me deixar esperando por ele? Bernard tem se saído especialmente irritante e ignorante nesses últimos dias. Minha mente está focada nele, em seus dezessete anos de idade, comprometido comigo e saindo com outras garotas, possivelmente mais velhas. Isso me irrita profundamente. Lá estava eu, esperando com um vestido simplesmente encantador, no banquinho da pracinha, com um saquinho de pipocas na mão, por ele. Meu suposto fiel namorado. Argh! Ainda o pego com a boca na botija!

Duas horas depois, o vejo. Mas não se encontra sozinho. Lá estava... Haley??? O que aquela cretina que conheço desde os dez anos de idade fazia com meu amor? Parecia que o engoliria vivo com aquela bocarra aberta para beijá-lo fogosamente. Inúteis. Levantei-me do banquinho, reprimindo minhas lágrimas. Não choraria por ele, prometi a mim mesma que nunca choraria por homem algum, independente da situação. Pigarreei atrás deles, após me locomover marchando até lá. Minha face expressava incredulidade e advertência. Bernard olhou para trás, revirando os olhos. Porém, quando viu de quem se tratava, o pânico tomou seu ser de uma forma que chegava a ser cômica. Haley olhou para mim e deu um sorriso cínico, revirando os olhos como Bernard fizera há segundos atrás. Podia ver o quanto ela se sentia poderosa por ter pego meu namorado.

- Su-su-suza-zan... – meu nome quase não saiu de sua boca, do tanto que ele tremia e gaguejava, tenso. Cruzei meus braços e engoli novamente o choro, o que precisava ser feito de um em um minuto.

- O que está acontecendo aqui? – vociferei entre dentes. Jess novamente?? Não! Essa era eu, em estado de pura raiva e descontentamento. Ele suava frio e Haley lixava as unhas imensas e brilhantes. Ainda não sei da onde ela tirou aquela lixa.

- Er... er... – ele não tinha palavras. Parecia não conseguir pensar em nenhuma para o que ele tinha feito. Eu o encarava fervendo de raiva. Ele me traiu? E logo com Haley, cuja qual eu odeio desde a quarta série? Encarei-o perplexa e mal-humorada.

- Imbecil!!! Ah! Vão catar coquinho! Vocês dois! – eu disse jogando pipoca na cabeça de Haley. A pipoca do parque, cheia de manteiga... Delícia. Ela deu um gritinho histérico e saiu correndo até o banheiro comunitário.

- Su-suzan... me perdoe! Eu não... eu não queria... Não é o que você está pensando. – ele me implorava, quase se ajoelhando no chão imundo da praça. Revirei os olhos, com a raiva da traição que sofri. Idiota! Eu não sou otária! Eu sei muito bem o que vi! Tenho certeza que não estava enganada, por mais que eu quisesse estar.

- Cale a boca. – eu disse, dando as costas a ele, após jogar-lhe a aliança de compromisso. Comecei a andar, com classe, sem me virar um só momento. Então, após virar a esquina, comecei a correr. Uma das coisas que me alivia, correr. E era o que eu mais fazia, depois de atuar.

17 anos...

- Suzan? – meu pai me perguntava, enquanto eu abria nervosamente a carta. Ele me encarava com uma sobrancelha arqueada. Eu não lhe dava qualquer atenção, queria mesmo era abrir a carta que mudaria minha vida para sempre!

Minhas mãos tremiam de excitação, juntamente com o resto de meu corpo. Estava ansiosa, com medo, com uma mistura de tristeza e felicidade. Tristeza por talvez não ser aceita, felicidade pelos 50% restantes. Então finalmente, consegui rasgar o envelope.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!! – eu gritei, com um enorme sorriso estampado em meu rosto. Pulei empolgada, gritando pela casa inteira.

- Er... Suzan? Foi aceita? – perguntou meu pai. Tão tapadinho, coitado. Olhei para ele rindo, não era hora de atuar, eu falaria tudo de primeira hoje.

- CLARO, NÉ PAI? - gritei para ele revirando os olhos e abraçando seu pescoço, sorrindo ainda. Ele então abriu um sorriso junto comigo. Abraçou-me carinhosamente de volta e secou minhas lágrimas de emoção.

- Sua mãe ficaria orgulhosa. – ele me disse, deixando algumas lágrimas escaparem junto comigo. Eu perdi o largo sorriso, que foi substituído por um meio-sorriso discreto.

- Tenho certeza que sim... – eu lhe disse. Não discutiria novamente com ele sobre esse assunto. Era sempre a mesma coisa! Ele dizia que ela faria isso, que ela faria aquilo, e eu sempre lhe lembrava de sua morte, há cinco anos. E ele começava a chorar, e eu chorava com ele. Mas, hoje era dia de alegria. Então ele bateu as palmas de suas mãos e sorriu novamente para mim.

- Vamos comemorar! – ele falou pegando em minha mão e colocando um disco do Elvis para dançarmos juntos. Nossa música... “Loving You”. Dançávamos lentamente, ao ritmo igualmente lento da música. Beijei sua bochecha, sentindo sua barba roçar a minha face lisa.

E era isso... semana que vem eu finalmente iria. Académie Artistique de Mônaco que me aguarde.


Última edição por Suzan C. Killingbeck em Ter Jul 07, 2009 9:04 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Suzan Carly Killingbeck   Sab Jul 04, 2009 2:57 am

ótima história, Nih.
Seja bem-vinda
As atrizes começaram a surgir, enfim.

de resto, sua ficha está correta.

Suzan é agora uma atriz matriculada na AAM.
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Suzan Carly Killingbeck
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